Páginas

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Porque a mairoia das pessoas não consegue o que deseja

Segue uma citação de Michael Gerber:

"...a maioria das pessoas não consegue o que deseja do trabalho, da família, da religião, do governo e, o mais importante, de si próprias. Falta alguma coisa na maior parte de nossas vidas. Parte do que falta é objetivo, são valores, padrões que valham a pena, parâmetros que possamos usar para avaliá-las. Parte do que falta é um Jogo que Valha a Pena. Falta, também, senso de relacionamento: as pessoas sofrem, isoladas umas das outras. Em um mundo sem finalidades, sem valores significativos, o que temos a compartilhar além de nosso vazio, dos fragmentos carentes de nossos egos superficiais? Como resultado disso, a maioria de nós se perde avidamente em busca de distração na música, na televisão, nas pessoas, nas drogas. E a maioria de nós procura coisas para usar e para fazer, coisas que preencham o vazio, que sustentem um senso desgastado de personalidade, coisas às quais possamos atribuir sentido, significação e vida. Nós nos transformamos rapidamente em um mundo de coisas, e a maioria das pessoas está sendo absorvida por toda essa profusão. Então, o que a maioria das pessoas precisa é de um lugar onde haja uma comunidade com finalidade, ordem e sentido, um lugar onde o ser humano seja requisito, mas onde agir com humanidade seja essencial, um lugar onde o pensamento em geral desorganizado que permeia nossa cultura se torne organizado e claramente dirigido a um resultado que valha a pena, um lugar onde disciplina e vontade sejam apreciados ... de ser o que você é intencionalmente e, não, acidentalmente. Um lugar que substitua o lar que a maioria de nós perdeu ... aquele lugar onde palavras como integridade, intenção, compromisso, visão e excelência possam ser usadas como etapas da ação no processo de produção de um resultado que valha a pena ... E tudo pela razão mais simples, mais humana: porque estão vivos!"

Fonte: livro Empreender Fazendo a Diferença, autor Michael E. Gerber, editora Fundamento, páginas: 135-136.

3 comentários:

  1. O desafio é aplicar esses valores no aqui e agora: compromisso, visão, excelência e integridade reunidos num jogo que valha a pena. Mas, assim que o jogo começa a valer a pena todos esses valores são naturais, acontecem.
    Obrigada pela mensagem.
    Christine.

    ResponderExcluir
  2. Obrigada pelo artigo Fábio. O difícil é se ter foco nos objetivos ainda com tantas coisas interiores para se resolver.
    Mas é a mais pura verdade: se andarmos em comunhão com o universo, tudo flui... acontece.
    Namastê!
    Patricia Ruiz

    ResponderExcluir
  3. Creio q seja uma questao de cultura. Mas, de uns tempos para cá parte da sociedade entrou num repensar sobre sobre espiritualidade, saúde, alegria, menos stress, meditaçao, terapias complementares, traçar objetivos "o que é de suma importância, o que move as pessoas, as determinaçoes, o que eu quero para mim para minha família para meus amigos"e sendo nós todos um, o que pedimos de BOM, ressoa no Universo, amenizando e nos trazendo a certeza q se ainda quisermos podemos nos ajudar mutuamente, e, nesta condiçao acalmar a natureza, passar mais amor, ter mais compreençao, saúde, paz e harmonia. Que todos se sintam em harmonia e tenham pelo menos o obejetivo de serem muito felizes e saudaveis. Um grande abraço para todos!!!!!!!

    ResponderExcluir